Cowboy Cantor

sexta-feira, 27 de janeiro de 2006

250 Anos É Muito Tempo (parece uma eternidade)

Há 250 anos, às 20:00 horas, numa cama algures em Viena. Uma mulher, de seu nome Anna Maria, deu início a um dos capítulos mais monótonos da história da música universal…
O quê? Estavam à espera que eu viesse fazer versos ao Mozart? Pelo amor de Deus, ouçam Beethoven, Wagner, Debussy e Stanvinsky
Mozart não passou de um músico prodígio, que aos quatro anos já tocava, e aos seis já compunha. Mas na realidade ouvir uma peça de quando ele tinha seis anos, e ouvir uma de quando já era adulto é a mesma coisa.
Compositor muito repetitivo e enfadonho. Evoluiu muito pouco, ou nada, ao longo da sua vida de compositor.
Acho que o Wolfgang Amadeus Mozart só teve o sucesso que teve porque as pessoas da época, e hoje em dia também, são preguiçosas a apreciar música erudita.

2 comentários:

R.Dart disse...

oh... eu também admiro Mozart pela sua obra, mas concordo em pleno contigo sobre Bethoveen!
Um dos meus seminários foi trabalhar a «genialidade» nas artes, o porquê dela e como se reconhece. As minhas colegas escolheram arquitectura, pintura, etc. Eu escolhi a música e Bethoveen em particular (gosto muito dele desde pequena quando o meu pai o ouvia em vinil), e sim, para mim ele será sempre dos mais geniais entre todos.
Um abraço Rodrigo.

Rodrigo de Sá disse...

Mais uma em que estamos de acordo. Nem mais, Rosa. Em termos de genealidade e inovação (hoje em dia diz-se originalidade), Beethoven foi de facto mais importante do que Mozart. O Amadeus foi mais prodígio do que genial. Mas mérito ao homem pelo que conseguiu fazer. Quem me dera a mim ser recordado daqui a 223 pelos mesmos feitos que Mozart.