Hoje foi um dia de angústias para muitos professores. uns ficaram no desemprego, outros ficaram na escola que queriam, outros souberam que vão ter de sair do continente para vir para os Açores, e outros souberam que vão ter de sair de São Miguel para ir para o Faial.
Muitas mudanças vão ocorrer na minha vida. Outras coisas vão-se manter igual: o gosto pela música e pelos podcasts. No entanto, não acredito que recomece as emissões do Cowboy Cantor ainda em Setembro. Vou tentar, quanto mais não seja para satisfazer o meu gosto.
Acredito que vá ter um ano bom na Horta, mas a hora da despedida é sempre dura, por isso...
Always Look on the Bright Side of Life (from Monty Python)
Letra e Música: Eric Idle
Some things in life are bad
They can really make you mad.
Other things just make you swear and curse.
When you're chewing on life's gristle,
Don't grumble, give a whistle,
And this'll help things turn out for the best...
And...always look on the bright side of life...
Always look on the light side of life...
If life seems Jolly Rotten
There's something you've forgotten,
And that's to laugh and smile and dance and sing.
When you're feeling in the dumps
Don't be silly chumps,
Just purse your lips and whistle - that's the thing.
And...always look on the bright side of life...
Always look on the light side of life...
For life is quite absurd
And death's the final word,
You must always face the curtain with a bow.
Forget about your sin - give the audience a grin.
Enjoy it - it's your last chance anyhow.
So always look on the bright side of death,
Just before you draw your terminal breath.
Life's a piece of shit
When you look at it.
Life's a laugh and death's a joke, it's true.
You'll see it's all a show
Keep 'em laughing as you go.
Just remember that the last laugh is on you.
And always look on the bright side of life...
Always look on the right side of life...
(Come on guys, cheer up!)
Always look on the bright side of life...
Always look on the bright side of life...
(Worse things happen at sea, you know.)
Always look on the bright side of life...
(I mean - what have you got to lose?)
(You know, you come from nothing - you're going back to nothing.
What have you lost? Nothing!)
Always look on the right side of life...
Páginas
quarta-feira, 29 de agosto de 2007
Monty Python - Always Look on the Bright Side of Life
segunda-feira, 27 de agosto de 2007
sexta-feira, 17 de agosto de 2007
Portugal. The Man
Nome esquisito, este: Portugal. The Man. Mais insólita se torna a situação se pensarmos que Portugal. The Man é um trio de Wasila, Alaska.
Como é que John Baldwin Gourley (voz, guitarra, sintetizador), Zachery Scott Camthers (baixo, percussão e voz) e Jason Wade Sechrist (bateria, percussão e voz), se lembraram de escolher um nome destes? Não sei, nem sei se algum dia iremos saber. O que se sabe é que o trio começou a tocar com este nome em 2004, e lançaram recentemente o seu oitavo registo discográfico, contando com E.P.’s, compilações e outras gravações.
Não é música que se possa dizer claramente dispensável, mas vale pelo nome.
Portugal. The Man, para conferir aqui http://www.portugaltheman.net/
Duas faixas em mp3 para transferência gratuita e legal a partir da página oficial da banda:
Stables and Chairs
Marching With 6
Como é que John Baldwin Gourley (voz, guitarra, sintetizador), Zachery Scott Camthers (baixo, percussão e voz) e Jason Wade Sechrist (bateria, percussão e voz), se lembraram de escolher um nome destes? Não sei, nem sei se algum dia iremos saber. O que se sabe é que o trio começou a tocar com este nome em 2004, e lançaram recentemente o seu oitavo registo discográfico, contando com E.P.’s, compilações e outras gravações.
Não é música que se possa dizer claramente dispensável, mas vale pelo nome.
Portugal. The Man, para conferir aqui http://www.portugaltheman.net/
Duas faixas em mp3 para transferência gratuita e legal a partir da página oficial da banda:
Stables and Chairs
Marching With 6
sexta-feira, 6 de abril de 2007
O Dia Que Mudou Os Anos 90
Ontem, 5 de Março, passaram 13 anos sobre a morte de Kurt Cobain. Apesar de ter morrido no dia 5, só se soube da notícia no dia 8, quando o encontraram morto.
No dia seguinte à divulgação da notícia assisti no pátio da Escola Secundária da Ribeira Grande às maiores cenas de hipocrisia e fanatismo. Eram lágrimas, choros e discussões filosóficas a respeito das canções dos Nirvana. Uns diziam que realmente prestando atenção às letras, percebia-se que Kurt Cobain se queria matar. Outros diziam que Kurt Cobain se matou para ficar mais famoso. Houve quem chorasse, houve quem de um dia para o outro passasse a ter os Nirvana, e Kurt Cobain como os seus ídolos de sempre, mesmo que nunca tivessem ouvido Nirvana antes do dia 9 de Abril de 1994.
Foi precisamente nesse dia que eu ouvi pela primeira vez o álbum Nevermind. Já conhecia os temas “Come As You Are” e “Lithium”. Sabia de um tema muito mais marcante que estes dois, mas não o tinha bem presente na cabeça, Mais tarde percebi que se tratava de “Smells Like Teen Spirit” (a propósito, Teen Spirit era o desodorizante que Kurt Cobain usava). Depois de ouvir o álbum, fiquei com a certeza que os Nirvana eram uma grande banda e que Kurt Cobain era um dos melhores artistas dos últimos anos, mesmo sendo um guitarrista muito básico. Mas mais importante ainda, foi o facto de após a morte de Kurt Cobain eu ter começado a gostar muito dos Nirvana, e ter percebido, eu e muita gente, que a partir daquele momento a música nunca mais seria a mesma.
De facto, após esta data, a música atravessou uma das fases mais chatas dos anos 90. Toda a gente queria ter uma banda de três elementos, no máximo quatro. Todos queriam cantar as suas frustrações. Todos queriam puxar pela garganta ao microfone e ficar com a cara vermelha de tanto gritar em concerto. Todos queriam entrar em palco com os cabelos à frente dos olhos, e de casaco de malha. Até cheguei a ouvir dizer “quando tiver 27 anos também vou morrer”. Enfim, como todas as doenças, esta também teve cura, foi só passar um tempinho, e afinal já não era tão importante ter uma banda como os Nirvana, nem muito menos morrer aos 27 anos, porque viver segundo as nossas próprias vontades e os nossos próprios gostos é muito mais importante do que viver à imagem de outras pessoas.
No dia seguinte à divulgação da notícia assisti no pátio da Escola Secundária da Ribeira Grande às maiores cenas de hipocrisia e fanatismo. Eram lágrimas, choros e discussões filosóficas a respeito das canções dos Nirvana. Uns diziam que realmente prestando atenção às letras, percebia-se que Kurt Cobain se queria matar. Outros diziam que Kurt Cobain se matou para ficar mais famoso. Houve quem chorasse, houve quem de um dia para o outro passasse a ter os Nirvana, e Kurt Cobain como os seus ídolos de sempre, mesmo que nunca tivessem ouvido Nirvana antes do dia 9 de Abril de 1994.
Foi precisamente nesse dia que eu ouvi pela primeira vez o álbum Nevermind. Já conhecia os temas “Come As You Are” e “Lithium”. Sabia de um tema muito mais marcante que estes dois, mas não o tinha bem presente na cabeça, Mais tarde percebi que se tratava de “Smells Like Teen Spirit” (a propósito, Teen Spirit era o desodorizante que Kurt Cobain usava). Depois de ouvir o álbum, fiquei com a certeza que os Nirvana eram uma grande banda e que Kurt Cobain era um dos melhores artistas dos últimos anos, mesmo sendo um guitarrista muito básico. Mas mais importante ainda, foi o facto de após a morte de Kurt Cobain eu ter começado a gostar muito dos Nirvana, e ter percebido, eu e muita gente, que a partir daquele momento a música nunca mais seria a mesma.
De facto, após esta data, a música atravessou uma das fases mais chatas dos anos 90. Toda a gente queria ter uma banda de três elementos, no máximo quatro. Todos queriam cantar as suas frustrações. Todos queriam puxar pela garganta ao microfone e ficar com a cara vermelha de tanto gritar em concerto. Todos queriam entrar em palco com os cabelos à frente dos olhos, e de casaco de malha. Até cheguei a ouvir dizer “quando tiver 27 anos também vou morrer”. Enfim, como todas as doenças, esta também teve cura, foi só passar um tempinho, e afinal já não era tão importante ter uma banda como os Nirvana, nem muito menos morrer aos 27 anos, porque viver segundo as nossas próprias vontades e os nossos próprios gostos é muito mais importante do que viver à imagem de outras pessoas.
sexta-feira, 23 de março de 2007
Férias Forçadas
Acabei de receber um dos piores telefonemas da minha vida no que diz respeito ao podcast do Cowboy Cantor. O que eu temia, aconteceu. O meu computador está para reparar há quase uma semana, e hoje telefonou-me o Sandro:
- Rodrigo, as notícias não são nada boas. O problema é na “motherboard”, e há inclusivé um buraco. Houve uma danificação do circuito.
Amanhã vou reunir-me com o Sandro, e estudar a melhor hipótese: ou opto pela reparação (opção económica), ou opto pela actualização completa (opção mais cara). Quer isto dizer que o podcast do Cowboy Cantor vai de férias por duas semanas, pelo menos.
- Rodrigo, as notícias não são nada boas. O problema é na “motherboard”, e há inclusivé um buraco. Houve uma danificação do circuito.
Amanhã vou reunir-me com o Sandro, e estudar a melhor hipótese: ou opto pela reparação (opção económica), ou opto pela actualização completa (opção mais cara). Quer isto dizer que o podcast do Cowboy Cantor vai de férias por duas semanas, pelo menos.
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